Edições Anteriores

Edições Anteriores

Com 12 edições realizadas, o Latinidades é considerado o maior festival de mulheres negras da América Latina. Confira abaixo um pouco mais sobre nossas edições anteriores:

2019


Reconhecer, reivindicar e visibilizar a história do povo negro e a sua contribuição com o desenvolvimento no mundo: nas ciências, tecnologia, filosofia, matemática, geometria, engenharia, arquitetura, astronomia, medicina, economia, artes, saúde, pecuária, agricultura, sustentabilidade, meio ambiente e espiritualidade. O tema Reintegração de Posse tratou do legado de África, o berço da humanidade e da civilização, e de como negras e negros tem dado continuidade a esse legado pelo mundo, ao mesmo tempo em que resiste ao projeto de supremacia racial que, há séculos, coloniza e destrói países, corpos e mentes.

2017


Sob o tema de “Horizontes de liberdade: afrofuturismo nas asas de Sanfoka”, só em 2017 foram mais duas edições: em julho e em novembro, no Complexo Cultural da República, Setor Comercial Sul, Estádio Mané Garrincha e Mercado Sul.

2016


Com o tema “comunicação”, o evento no Museu Nacional da República e ações na rodoviária do Plano Piloto, ofereceu debates, oficinas, shows de música e dança, sessões de cinema e lançamentos literários nacionais e internacionais.

2015


Cinema Negro foi o tema que reuniu diversas pessoas para debater o protagonismo e a representação das mulheres negras no cinema, colocando- as no centro do debate sobre políticas públicas para o audiovisual. O tema reverberou nos meios de comunicação, dando visibilidade para a produção audiovisual das mulheres negras brasileiras e de outros países.

2014


Sob o tema Griôs da Diáspora Negra, o Festival Latinidades chegou ao auge de público e alcance internacional, com sete dias de atividades e a participação de palestrantes como a ex Pantera Negra Angela Davis, a socióloga norte-americana Patricia Hill Collins e as escritoras Shirley Campbel (Costa Roca) e Paulina Chiziane (Moçambique). Artistas de todas as regiões brasileiras, Estados Unidos, Canadá, Guadalupe, Haiti e Panamá. O tema gerou mais uma publicação e, como desdobramento, o festival realizou ações em Cabo Verde.

2013


Arte e Cultura Negra, Memória Afrodescendente e políticas públicas foi o tema que atraiu pouco mais de cinquenta mil pessoas para o Complexo Cultural da República.  Além da Penitenciária Feminina, o festival realizou ações em Cuba. O tema gerou uma publicação-referência, disponibilizada gratuitamente online e fisicamente.

2012


Juventude Negra foi o tema que deu origem à uma série de atividades no ano de 2012, trazendo palestrantes e artistas de grande representatividade. Shows, debates, lançamentos literários e feira de afro-negócios tomaram conta do Complexo Cultural da República durante cinco dias. Novamente foram realizadas ações na Penitenciária Feminina do Distrito Federal. O tema gerou uma publicação-referência, disponibilizada gratuitamente online e fisicamente.

2011


Sob o tema Mulheres Negras no Mercado de Trabalho, o projeto puxou dez mesas de debates. As discussões deram origem à segunda publicação do festival. Os shows aconteceram no Parque da Cidade, também em parceria com o Ipea. Novamente foram realizadas ações na Penitenciária Feminina do Distrito Federal.

2010


Desta vez o tema foi Censo e Políticas Públicas para Mulheres Negras e as discussões deram origem a uma publicação-referência. Os shows aconteceram na Esplanada dos Ministérios, em parceria com o Ipea. Também foram realizadas ações na Penitenciária Feminina do Distrito Federal.

2009


O festival discute a mulher negra nos meios de comunicação com uma tarde de debates e uma noite de shows.

2008


Nasce o festival com dois debates e algumas apresentações culturais, para marcar o Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha.